quarta-feira, 1 de junho de 2011

Amar é...

Sorrir por nada
E ficar triste sem motivos
É sentir-se só
No meio da multidão,
É o ciume sem sentido,
O desejo de um carinho;
É abraçar com certeza
E beijar com vontade,
É passear com a felicidade,
É ser feliz de verdade!
Albert Camus

(Encontrei este texto num dos marcadores que a minha irmã me deu)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

quinta-feira, 10 de março de 2011

Trabalho Infantil...

(Trabalho de História)


...

Catarina- Para terminar o que pensas do teu futuro?
Criança- Eu ainda sou muito novo, mas na vida há sempre objectivos. Eu já trabalho, já ajudo a minha mãe com cinco moedas por mês que recebo nas minas. Eu sei que a vida é um marcador, riscamos e não apagamos mais. Tenho muita força de vontade, sonho, e mesmo com tudo isto, sorrio para ver os meus irmãos pequenos felizes. Só mais uma coisa é que não podemos desperdissar a comida, como faz a patroa da minha mãe, porque eu e muitos mais estamos a passar fome.

...


Chuk na ilha deserta...


(Trabalho de L.Portuguesa: filme "O Naufrago")


Maio, 1095º dia

Já estou cansado de estar aqui. Farto desta vida, cheio de cocos, de peixe frito, farto deste frio, farto de estar sozinho, doem-me os dentes, tenho fome, a água é salgada, ninguém vem descobrir estas terras desertas!
Porque vim eu naquele avião?
Porque ainda não me matei?
O Wilson, é ele que me dá forças, quer dizer ele e a minha amada. A encomenda que ainda não abri também. Mas o que será que tem?
Muitos devem, mais tarde, pensar: porque escrevera ele aquele diário? Mas eu sei. Um diário, para quem não escreve muito ou vai perdendo o raciocínio, é um bom apoio. É com ele que desabafo. O que me faz muito bem.
Agora falando do meu futuro: eu tenho a esperança de regressar a casa e ter o meu amor, o meu anjo em meus braços. Tenho o sonho de montar uma jangada e partir. Quero, em breve, entregar aquela caixa.
O que seria de mim sem o sonho?
Não pensava, não raciocinava, nem tão pouco teria a ideia de como iria viver, o próximo dia. Realmente “O sonho comanda a vida”.
Vou começar já a construção do meu “navio” da Esperança.
Se o meu amor não me invadisse, não estaria aqui a escrever, não estaria vivo.
Talvez um dia, me desiluda ou me arrependa do que estou a fazer, mas agora não quero pensar nisso.
Os meus amigos, o meu amor, o Wilson, a encomenda, o que escrevo, o tempo que passa, o sonho é tudo o que me resta. E vou lutar para não perder nada disto, muito pelo contrário, quero conquistar ainda mais. Não vou parar…
Vou sobreviver…!


Chuck, na praia deserta.